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sábado, 13 de junho de 2009

Na beira do Rio Jacuí

Filhotinha(o)
Estamos em Cachoeira do Sul, terra da tua mãe, teu primo insiste que serás menino e me lembro que aos nove anos teu pai torcia para que a tia Mariana fosse um menino, eu queria muito jogar bola com um irmão, pois quis o destino que viesse uma bochechuda (temos espectativas que sejas assim também, em nome de uma genética privilegiada..) que gostava de jogar bola, portanto te prepara, eu e teu primo te esperamos para nossos campeonatos mundiais sediados em qualquer garagem ou campo, sejas tu XX, seja XY. Passam-se 23 anos e não quero mais um menino, mas quero jogar bola contigo. Aliás sobre isso, uma de minhas lembranças mais remotas é um jogo de teu avô em Palmeira das Missões pela Câmara Júnior, em que o time de Santa Bárbara foi enfrentar o de Palmeira, o Vô Luiz jogou no final, que emoção... terão por certo muitos jogos entre nós.
Quero andar a cavalo, quero acampar, quero andar de bicicleta, quero tanta coisa... mas vai dar tempo para tudo, verás.
Hoje discutimos a possibilidade de que sendo tu uma menina, terás por certo encatamentos por sapatos, porque esse é gene dominante em todas as famílias, seja Rosa, Lopes, Chaves ou Tonon.
Ainda que não demonstre, Pedro está numa expectativa grande, aos 6 anos, ele tem a idade que a Tia Camila tinha quando a Tia Mariana nasceu, e lembro que a Camila também tinha opções (e ela acertou, queria brincar de Barbie com a mana, embora isso mais tarde se mostrasse desastroso). Ele chega perto da barriga da Dinda dele e coloca o ouvido, como que com uma intimidade contigo e já assumiu a responabilidade de te ensinar o alfabeto, com K, W e Y.

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